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[Sugestão de Rework] Olaf

Aronguejo

[Sugestão de Rework] Olaf

 

Fiz algumas modificações, principalmente na história. Tentei fazer algo interessante, espero que gostem. (adoraria ouvir suas críticas construtivas)

Olaf

 

História: 

Não há nada mais vergonhoso para um Pedrassangue do que morrer de velhice.

Lendas, histórias e mitos, sempre são apagados pelo tempo. Livros queimam, pessoas esquecem.

Mas os mortos não esquecem, nunca esquecem.

Todas almas dos descendentes Pedrassangue tem uma ligação mágica com uma rocha ancestral banhada no sangue das mais temíveis criaturas que já existiram – chamá-la de “ancestral” não é velho o suficiente.

Os Pedrassangue são compostos de gerações de guerreiros e heróis lendários que tiveram mortes gloriosas. "Morrer no auge de sua idade", os espíritos sempre dizem.

Olaf, como todo Freijordiano, teve poucos anos de infância e logo foi endurecido pelo ambiente hostil.

 

“Você é morno e mole demais, torne-se frio e duro.” Dizia o espírito Rordor.

 

“Não, ele precisa é se entregar à fúria escaldante!” Discordava a alma de Kordor.

 

Os Pedrassangue nunca lembram da primeira vez que tiveram contato com os seus ancestrais, e de fato, não houve, eles sempre estão conectados e por isso nunca há um “Pedrassangue desconhecido”.

 

Encantado e invejando os grandiosos feitos de seus antepassados, Olaf cresceu sob os ensinamentos da guerra e da matança e como um bom Pedrassangue, ele era excelente em ambos. Quando se tornou velho o suficiente, seus ancestrais o guiaram às suas armas lendárias perdidas no gelo para assim o levar à origem de seu clã para provar seu valor.

 

“Uma braçadeira e machado de gelo verdadeiro na primeira tentativa? Vocês estão é mimando ele!” Resmungava vezes demais o velho fantasma de Trakef.

 

“Todo herói precisa de começo triunfal!” Sempre respondia o jovem espectro Yurigah.

 

Entretanto, havia algo estranho nos fantasmas mais recentes: todos eles tinham falhado no teste.

 

Um poderoso ser antigo e estranho a este mundo era o guardião da rocha ancestral, o sangue que a banhava nunca secava e nunca congelava. Ela ficava no topo de uma montanha que ficou vermelha após os infinitos milênios em que os Pedrassangue a banharam com suas oferendas.

 

Para um Pedrassangue provar seu valor, é necessário que mate uma criatura digna de uma lenda e banhe seu sangue na rocha, depois disso, você está livre para morrer no auge de sua glória.

 

Olaf veio a descobrir que isso seria uma maldição.

 

A primeira criatura que matou foi uma aberração da mistura blasfema de um Urso e um humano, a criatura rasgava guerreiros tão facilmente quanto ria. Olaf o matou e nem suou.

 

A segunda, ele teve certeza de que era uma oferenda digna: uma serpente que guardava uma caverna milenar, ouviu dizer dos espíritos de seus ancestrais que ela já matou exércitos inteiros.

 

Ela era titânica, e para o horror de um homem comum, ela tinha uma velocidade bizarramente alta para o seu tamanho. Seu veneno derretia pedra e ceifava a vida de qualquer coisa que tocasse.

 

Durante dias, Olaf encontrava-se em um impasse sem fim. Ambos feriam um ao outro, mas nunca desferiam um golpe fatal. Até que os dias se tornaram semanas, e o impasse perdurou. Engolindo seu orgulho, buscou orientação de seus ancestrais. Eles riram, e apenas isto.

 

Enfim Olaf percebeu o seu problema: ele lutava para viver mais um dia, não para morrer como uma lenda.

E então, ele foi à matança.

 

A besta lutou como nunca e Olaf descobriu em si um estado de espírito jamais sentido antes, ele pensava com uma frieza calculista ao mesmo tempo que golpeava com frenesi escaldante. No entanto, a serpente era igualmente astuta, Olaf era acertado pelos golpes e destroços da caverna, seu corpo não aguentava mais e de novo, ele sentia a derrota se aproximando.

 

E neste momento de frustração, o guerreiro incorporou uma raiva inumana, irracional e ancestral. Sem sequer espaço para memórias, sua mente era raiva e sangue.

 

Quando acordou, a cabeça decepada da serpente o encarava.

 

Ao voltar para a pedra de sangue, contou seus feitos ao guardião.

 

Ele riu. Ele o chamou de mentiroso e negou o sangue que carregava no cantil. Intitulava-se um Observador, e não viu nenhuma serpente ou façanha. Seus ancestrais também não testemunharam nada, a ligação deles era apenas com Olaf e a pedra, não com o mundo.

 

Contendo sua ira, Olaf pediu para o guardião apontar uma criatura que ele pudesse observá-la. Assim o fez. Olaf caminhou durante anos, a energia da pedra o mantinha vivo ante estas adversidades, mas caso morresse em combate, falharia no teste.

 

A criatura era a coisa mais tenebrosa e horrenda que nenhum homem sequer conseguiria imaginar nos seus piores pesadelos.

 

Olaf se entregou a fúria ancestral, e mesmo assim, não foi o suficiente, a coisa era poderosa demais. Ele sofreu um golpe fatal, mas não antes de feri-la gravemente. Quando acordou, sua armadura estava coberta com camadas de gelo e longe do covil da aberração. Ele achou que tinha morrido. Os espíritos de seu ancestrais o encaravam com decepção.

 

“E que da próxima vez, morra!” Disseram em uníssono. Para eles, se Olaf foi derrotado desta maneira, muito provavelmente estava mentindo sobre a serpente titânica.

 

E pela primeira vez, sentiu-se só. Ele era um peregrino, mas sempre tinha a companhia de seus ancestrais. E enquanto voltava derrotado e envergonhado, sentiu falta das fogueiras entre o além e o mundo, onde encontrava sua família espectral, ouvia histórias e bebia o mais fino – e as vezes o mais porco – dos hidromeis.

 

Caçou outras criaturas abomináveis pelo mundo, mas quando voltou para a Pedra, foi ridicularizado pelo guardião, acusado de ser um farsante, um incompetente. E depois de tantos anos de peregrinação apenas para ser derrotado e humilhado. Olaf explodiu em ódio. Ele atacou o guardião, e desta vez, não só ele, mas os descendentes que foram ridicularizados e enganados pelo Observador. A raiva, a ira, e a fúria do cerne da alma de dezenas de guerreiros tomou seu corpo. O enganador fez chover fogo e trovão dos céus, mas isso não parou Olaf e seus ancestrais.

 

Após horas de luta incessante, Olaf se levantou vitorioso sobre a rocha de sangue, coberto pelo próprio sangue e do guardião, seu clã o observou com louvor e respeito.

 

Mas agora tinha outro problema – como se já tivesse problemas o suficiente.

 

Mesmo mortal, nada mais poderia mata-lo.

 

E não há nada mais vergonhoso para um Pedrassangue, do que morrer de velhice.

olaf 2

 

Skills:

Passivas:

 

Pedrassangue:
A cada X segundos, uma fogueira surge na jungle (visível apenas para a equipe do Olaf). Sentar ao redor dessa fogueira recupera HP rapidamente (apenas para Olaf). Se um inimigo (monstro, minion, champ) entrar na área da fogueira, ela desaparece automaticamente.

 

E que da próxima vez, morra:
Quando Olaf morre, a sua morte é contada e os inimigos recebem a devida recompensa, mas se houver uma torre aliada no alcance de X segundos de caminhada (o equivalente a andar do meio da lane até a torre) ele será arrastado até ela e ele renascerá após X segundos com metade da vida e da mana.

Enquanto “E que dessa vez, morra” estiver em tempo de recarga, as fogueiras desaparecem.

 

Q – Braçadeira de gelo verdadeiro:
Olaf golpeia o chão, destruindo seu machado de gelo e causando dano e lentidão em linha reta. Enquanto essa skill estiver em tempo de recarga, Olaf atacará com o seu machado de duas mãos.

 

Passivo: A cada X segundos, uma camada de gelo se forma em sua armadura, absorvendo X de dano.

 

W – Fogo e gelo:
Enquanto ativa, Olaf se esquivará do primeiro ataque que atingi-lo (de campeão inimigo) e causará dano em área a sua frente com um golpe automaticamente. Após ativá-la, causar dano com qualquer Skill ou AA, Olaf ganhará aumento significativo de VDM, Roubo de vida e Velocidade de ataque.

 

E – Balanço temporário:
Olaf golpeia o chão a sua frente com seus dois machados, causando dano verdadeiro em todos as unidades dentro da área (inclusive a si mesmo).

 

Passivo: Se uma unidade for executada com este golpe, ele recupera uma pequena quantidade de vida.

 

R – Ragnarok:
Olaf incorpora o cerne da ira de seus ancestrais, diminuindo sua própria armadura em X%, se tornando imune a Controles de grupo e os espectros de seus ancestrais atacam qualquer inimigo que ele atacar.

 

Skills

1 RESPOSTA
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Re: [Sugestão de Rework] Olaf

senti um cheiro de god of war nesse olaf ai