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Minha fã historia/teoria sobre a maga colorida.

Dragão

Minha fã historia/teoria sobre a maga colorida.

Bem fiz essa historia/teoria a tempos, mas não postei, com a chegada dela pensei, por que não compartilhar isso, é uma visão diferente (ou não) de runeterra e seus habitantes. Pode levar um tempinho para ler, tentei reduzir a historia.

 

Historia/teoria sobre a maga colorida do legue of legends por 1LICH1.


A tempos atrás uma mulher participava das festividades da lua da
colheita, ela era uma bela jovem de cabelos negros como a noite e olhos cor de
marfim, sua pele cor de café brilhava a luz do luar e seus olhos fitavam tudo
com admiração, filha única de um velho fazendeiro ela erá uma das moças
mais cobiçadas do condado e ao mesmo tempo era protegida em excesso pela
família, mas nessa festividade sua mãe arranjou um geito dela escapulir das
vistas dos irmãos para que a garota pudesse aproveitar melhor a festividade, a
mãe acreditava que por estar apenas membros conhecidos do condado ela
estaria bem. Entretanto a moça fitou um jovem com cabelos ruivos e olhos
vermelhos como carvão em brasa, ela não o conhecia, seus olhos se
encontraram, isso resultou em um sentimento único, eles haviam se conectado.


Um amor secreto e proibido nasceu naquela ocasião. Passarão a se encontrar
as escondidas, a garota inventava desculpas para se afastar e ir ao encontro
de seu amado, mal ela sabia que desconfiado seu pai mandou o filho mais
novo para espreitar e espiar a irmã, aconteceu o pior, o pai descobriu o
relacionamento e irado quis acabar com tudo, a garota foi confinada e ficava
o tempo todo sobre a vista dos irmãos, ate que certa noite, seu amado veio por
ela, juntos fugiram noite adentro.


O pai junto com seus filhos e cães de trabalho, foram a busca da garota.
Encontraram os dois em uma cabana abandonada ao norte do condado, e para
espanto da família o que encontraram era único, uma figura de baixa estatura,
cabelos vermelhos fogo, a figura peluda era um misto de cores, o pai e os
irmãos estavam boquiabertos, a pequena figura pareceu desenhar rapidamente
no chão e para espanto de todos a figura desenhada tomou vida e
afugentou a família da moça.


Mal o jovem vez isso se deu conta que alguém espiava, erá a moça, aturdida
pela revelação, ela sabia quem erá a figura, erá o mesmo homem com quem
se deitara na noite anterior, uma tempestade de pensamentos rodava em sua
cabeça, ate que a pequena figura com um gesto voltou a ter a aparência de
seu amado, ele tinha explicações a dar.


Mas não levou muito tempo, o pai da garota conseguiu ajuda e juntos com mais
alguns homens de uma fazenda proxima inrromperam o local com armas
improvisadas, depararam-se com uma especie de buraco na realidade que
estava de frente para o jovem casal, o pai ordenou o ataque, lançando os
cachorros para a disputa.


O jovem tomou a mão da moça com medo:
-Venha comigo e tudo fará sentido!
Dividida a moça hesitou, tempo suficiente para um dos homens atirar uma faca
que acertou a coxa da menina.
Em fúria o jovem revelou sua forma mais uma vez e atacou, cores voavam pelo
ar.


A moça dividida entre o amor da família e seu amor proibido caiu aos plantos e
implorou que parassem.
O jovem não podia vela chorar, e parou o ataque, o velho pai da garota estava
cansado, assustado e caido, e mesmo ferida a moça correu para socorrer seu
pai.
A pequena figura apenas sumira, pulara no buraco e tudo pareceu um sonho.
Mesmo assim a irá do pai foi desencadeada, a filha estava agora restrita ao
seu quarto.


Assim o tempo passou, e a mãe se deu conta de algo, o fruto daquele amor
estava sendo gerado no ventre da garota. A mãe não poderia suportar a ideia
do que aconteceria a filha por dar a luz o filho de um 'monstro', e arranjou na
calada do noite uma forma da garota escapar.


Agora solta no mundo ela esta dividida entre a dor e o amor, ela chorou as
raízes de um carvalho velho no alto de uma colina enluarada. Mas para seu
susto uma voz feminina a chamou, e das sombras banhada pela lua, surge
uma figura pequena, de pelos castanhos, era de alguma forma similar ao
amado da jovem.
-Você carrega algo especial em seu ventre, mas onde está o irresponsável do
pai?! Venha comigo garota, te levarei a ele, isso terá consequências, mas
quanto antes a enfrentarmos melhor será.


A garota estava assustada, mas a voz erá tão convidativa erá quase como se a
voz lhe desse vontade de obedecer, ao se dar conta a garota caminhava pela
floresta ate parar na frente de uma arvore oca, era dia já, quanto tempo andou,
ela não sabia, mas na bifurcação da arvore oca, um brilho surgiu e a garota

ficou com a mente em branco.


A garota passou seus dias em uma especie de sonho, ela sabia o que
acontecia mas erá tudo surreal, alegre e atordoante.
Sua barriga crescia, mas para ela o tempo não havia passado, era tudo um
branco na memória preenchido apenas por um sentimento de alegria, mas erá
assustador, apenas a vissão da barriga grande pareceu lhe acordar de um
sonho, ela estava do a beira de um lago, era uma visão maravilhosa se não
fosse pelo momento de susto e atordoamento, mas logo ao seu lado a figura de
seu amado surgiu.


Ainda confusa a garota abriu a boca mas palavras não saiam, o jovem falou
primeiro.
-Sabe, tem regras quanto ao que fizemos, sinto muito, queria que fosse
diferente, também não será fácil pra min, mas pelo menos consegui que lhe
apagassem a memória do passado e do futuro para não sofrer mais.
A cabeça da garota começou a rodar e antes que ela pronuncia-se uma palavra
seu amado a beijou e tudo ficou escuro.


Ela acordou perto das terras do pai com um cachorro a lambendo e latindo sem
parar, ela sentia dor na cabeça e na coluna, não se lembrava de nada apenas
de se sentir feliz por um tempo mas sem imagens, para seu espanto um de
seus irmãos apareceu e ficou horrorizado, ela não sabia o que dizer e apenas o
chamou, o garoto correu para a fazendo gritando por ajuda.


Não demorou e a garota foi trazida pelo pai e seus irmãos ate a casa e
trancada no quarto.
Chamaram um padre da ordem de Querqum para avaliar a garota e após
conversarem o padre foi ate os pais da garota e lhe deu as noticias, a garota
seria queimada viva para pagar seus pecados por ficar com um demônio.
Os pais estavam um misto de fúria, tristeza e atordoamento.


A garota foi levada de carroça ate a cidade vizinha e aprisionada em uma
gaiola de metal suspensa em um poste de madeira na praça central.
A garota chorava, mas não pelo que iria acontecer mas sim pelo que
aconteceu, ela não se lembrava mas passava as mãos na barriga e chorava
como se algo lhe fora arrancado, e naquela noite teve-se uma fogueira.


Distante de lá um ser de cabelos cor de fogo estava vendo tudo, chorava mas
nada podia fazer, agora erá a vez dele tomar sua penitencia, a criança gerada
nascera um híbrido, uma linda menina, o pai estava exilado e privado de suas
habilidades, fadado a ficar em sua forma verdadeira mas no mundo humano,
tendo de se esconder e cuidar da menina.


A criança cresceu, e mesmo sem poderes o pai foi seu instrutor, dividida entre
dois mundos a criança sabia que era uma aberração para ambos, mas se
contentava em desenhar seu próprio mundo, criando desenhos e cores que
ganhavam vida e forma no ar, mas foi duro e difícil, fingir ser humana e por
vezes tentar entrar escondida no mundo que expulsou seu pai.


Os cabelos do pequeno ser já não eram tão vermelhos, mais pareciam cachos
brancos com uma ou outra mecha avermelhada, estava fraco e já não
aguentava o próprio peso, sendo assim, no décimo sexto aniversario da garota
o velho usou suas ultimas forças para lhe contar a historia de sua vida e os
segredos que sua memória agora falha ainda conseguia reproduzir, e entregou
um presente, um pincel.


A garota chorou a morte de seu pai, e encheu seu coração de fúria, espectros
de cores surgiam e apareciam ao seu redor, era assustador e de certa forma
belo, a garota conhecia a gentileza, conhecia o amor, conhecia o medo e
receio de que algo ocorresse a seu pai e a ela, mas agora ela conhecia o
desejo de vingança, vingança pelo que fizeram a sua mãe, vingança pelo que
fizeram a seu pai, vingança pela perda da vida que nunca teve.


Ainda se pode ouvir um cantarolar e encontrar uma ou outra pintura por ai, de
borboletas e flores a belos pássaros a coisas que não se ousa mencionar
pintadas em pedras, paredes de casas e troncos de arvores, e as vezes essas
pinturas ganham vida.


As vezes se escuta risos e encontra-se crianças brincando com um monte de
bolhas e cores espalhadas e ate flutuando a suas voltas e no centro da
brincadeira uma figura pouco mais alta que as crianças e com um sorriso que
parece a pura inocência e felicidade incarnada, mas as vezes se encontra a
mesma figura em um tom sombrio, com olhos que parecem perfurar a alma,
sem crianças por perto, apenas adultos caídos e cores voando, do preto ao
vermelho e outras cores, a figura busca algo, uma porta, um buraco, uma
passagem, ela sabe o que é, e sabe que a conhecem e a estão evitando, mas
ela continua, tendo momentos de alegria e de fúria e dor, assim como seus
pais, seu nome é Meg, a maga colorida.

Passiva: Sentimental, fora de combate Meg está feliz e calma, suas habilidades
tem aumento de cura/escudo pela porcentagem de vida perdida do alvo.
Em combate seu primeiro ataque ou habilidade contra um alvo tem dano
aumentado com base na vida adicional do alvo. Essa passiva tem X tempo de
recarga para cada alvo.


Q: Colorindo: Ativa: Meg acerta uma área em cone a sua frente jogando tinta.
Alvos atingidos sofrem dano e tem sua velocidade de movimento reduzida.
Passiva: Meg desenha pelas paredes de tempos em tempos, aliados que
passarem ou atravessarem pelas paredes (seja com uso do Flash ou
habilidades como E do kayn ou uso da bota caminhantes fantasma ou outros)
ganham velocidade de movimento e seu próximo ataque ou habilidade tem
dano aumentado.


W: Hora de desenhar!: Meg desenha um escudo ou uma poção de cura para
jogar em um aliado. Após conjurar o escudo a habilidade pode ser reativada
para desenhar a cura, não se pode curar o mesmo alvo que recebe o escudo.


E: Arte afiada: Meg atira armas desenhadas em papel e dobraduras de papel
em uma linha reta atravessando alvos.


R: Minha arte, meus sentimentos: Meg desenha a cabeça de um dragão que
ganha vida e salta do papel cuspindo fogo em uma área de cone a sua frente.
Caso Meg tenha atingido um ou + alvos com colorindo essa habilidade tem
100% de acerto critico nesses alvos.

Todos pensam que yordles são fofos e tem historias alegres, mas nem tudo
deve ser as mil maravilhas, como heimer que teve uma vida solitária ate ser
reconhecido por seus inventos que defenderam sua vila (devem ter mudado a
lore), outros podem ter timo um momento difícil na vida. A vida pode ser um
mar de rosas, mas rosas tem espinhos. Por isso pensei o que aconteceria se
um humano e um yordle se apaixonassem, o que aconteceria se um yordle
sofre-se, como seria uma historia trágica envolvendo eles, ai vem a ideia da
maga colorida, cores podem ser usadas para transmitir emoção, sentimentos,
não precisa ser tudo alegre e azul, pode ser triste e acinzentado também, somos
um espectro de cores, não temos apenas um sentimento mas vários, então por
que não passar isso na maga colorida. E por fim a mecânica de atravessar
paredes, tem uma bota que foi testada no evento da ponte da carnificina em
que vc anda dentro da parede igual ao kayn mais ou menos, por que não dar
suporte a essa mecânica de jogo? Dai veio a passiva diferente dela.

 

"Alguma vez você já escutou o chamado?"

2 RESPOSTAS
Aronguejo

Re: Minha fã historia/teoria sobre a maga colorida.

Já pensou em ser escritor?
Dragão

Re: Minha fã historia/teoria sobre a maga colorida.

@zMrHiro

Sim, já escrevi uns livros mas esses textos se perderam depois que meu hd queimou anos atraz, escrevi mais historias, mas numca publiquei ou fiz mais um livro, logo não sou um escritor, mas quem sabe...

 

"Alguma vez você já escutou o chamado?"