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Ferro em brasa, furia e dor: Lançamento de campeão - Igorel - Os irmãos caidos que fazem cinzas.

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Arauto

Ferro em brasa, furia e dor: Lançamento de campeão - Igorel - Os irmãos caidos que fazem cinzas.

Olá pessoal do fórum eu já teria lançado isso antes mas como virou uma epopeia eu descartei e fiz uma versão mais resumida e menos detalhista na parte do "sangue" se é que me entendem mas acho que mantive a essência. Qualquer coisa deixa ai nos comentários. Obrigado.

 

Sem mais delongas ai está a historia:

 

Igor erá um simples artesão e artista nas Ilhas da bênçãos, ele tinha mulher e filhos pequenos e um irmão chamado Natael que tinha um trabalho de grande honra como guardião de um lugar, especificamente da entrada de um labirinto que conduz ao lugar propriamente dito.

 

Vida simples e feliz, Igor gostava de ir ate seu Irmão para levar a ele refeições e simplesmente conversar, ninguém deveria saber da entrada mas era melhor alguém a vigiar, nunca se sabe, mas Igor conhecia o caminho, na verdade sabia bem mais do que deveria.

Natael sabia que guardava mais que a entrada de um labirinto, na verdade sabia o que tinha lá dentro e como destravar a entrada, Igor por sua vez acabou descobrindo com o tempo mas a quem contaria e por que? O segredo permanecia.

 

O ultimo guardião vivo do segredo o contou a Natael antes de falecer e por sua vez Natael o deveria passar ao seu sucessor, mas isso nunca ocorreria.

 

Um dia a vida dos irmãos acabaria numa mudança drástica, os dois sentados juntos a conversar viram os céus escurecerem, e uma névoa se formava, uma maldição se apossou de todo o lugar, era o inicio das Ilhas das sombras.

Igor começou a suar e jogou algo de seu bolso no chão e caiu por terra como se lutasse com algo, vozes e lamurio se faziam por escutar, "atire esse colar", "Essa agua deve fora jogar", Natael  começava a se desesperar, e ver seu irmão se contorcendo não ajudava.

 

Natael tomou seu irmão pelo braço e o levantou, ele tinha de pensar rápido e assim o fez, vendo que daquele mal não sofria tanto e o quanto as vozes insistiam, ele pegou a agua sagrada que levava, bebeu e deu ao seu irmão pegou o que restava e jogou sobre suas cabeças e tentou sair dai com seu irmão.

 

As vozes eram intensas e agora tinham força, mais que palavras haviam ataques, os irmãos caiam no chão e lutavam contra o que não podiam tocar, Igor parecia a beira da loucura, Natael estava a fraquejar. Os dois caíram de joelhos, estava em suas mentes, em seus corpos, "queremos o que guardam", " aceitem este presente", "Façam a nossa vontade", os irmãos levantaram e tentaram correr e caíram nas raízes de uma arvore.

Tudo escurecia seus corpos pareciam ceder, mas se ergueram e um segurando ao outro com os braços entre laçando-se correram.

 

Acabaram por encontrar outros, mas estavam diferentes, seus corpos pareciam sem mentes e avançavam vorazmente. Correram ate a oficina de Igor.

 

Lá o mundo por fim caiu, mulher e filhos ali se retorciam e com um olhar vazio mas cheio de fúria avançaram para cima dos recém chegados.

 

Houve uma luta e por fim a tragédia final, Igor pegou o atiçador do fogo e em um ato de desespero arrancou a cabeça de uma das crianças, Natael se lançou a pira (do forno do artesão) e tomou lenha em brasa queimando a si e a mulher de seu irmão, A luta não parava os corpos continuavam a se mexer e as vozes estavam  mais altas, a oficina caia em chamas, e logo a casa e tudo o mais ao redor foi consumido pelo fogo.

 

Mas não acabava ai quando as chamas se acalmaram, o que restava dos corpos em chama se erguiam sem vida, mas dentre estes corpos dois se destacaram, os irmãos, se ergueram se arrastando das chamas e escombros, seus membros dilacerados e queimados, dois corpos incompletos mas que carregavam em sua morte uma centelha de vontade, cheios de dor e ódio pela maldição um irmão se segurava no outro e ficaram quase como se grudados para ficar de pé, três pernas boas  e quatro braços mas só três mãos além do tronco e de duas cabeças rachadas e irreconhecíveis, queimados,como carvão, ossos ficavam a vista em seus corpos.

 

As vozes voltaram, a névoa estava mais densa, eles estavam lá derrotados, mas ainda assim parecia não ter terminado, "Juntem-se a nos", " Venha a sua família", "Não querem ser felizes?".

Os irmãos perceberam que não podiam estar vivos naquela situação mas mesmo assim pareciam não ceder a todo isso que chamaram de "tormento", mais corpos se aproximavam, não eram apenas corpos visíveis mas corpos que pareciam fumaça.

 

Os irmãos buscaram o que usar nos escombros como arma, o atiçador do fogo e uma barra de metal serviriam por hora, mas era uma luta em vão, os espíritos rodopiavam e circulavam seus corpos, suas mentes pareciam quebrar.

A insistência desse tormento foi in vão, os corpos dilacerados dos irmãos ficava cada vez mais destroçados, e por fim a luta ficou na mente dos irmão.

"Sabemos que está ai, queremos ver"

"Papai qual o segredo do labirinto"

"Podemos sentir o que lá se esconde"

"Temos de ajudar a mamãe, ela está no labirinto"

"Querido estou presa me ajude"
"Tio rápido temos de ir ao labirinto"


Em um urro os irmão se recobram e retomam uma luta quase in vã, ate que um deles pega dos destroços algo que fez ua mão queimar, não era fogo mas uma barra de metal, era prata.

Os irmão lutaram com ódio, dor e ferro em brasa e por fim tiveram um momento de silencio, os corpos a sua volta pegavam fogo caídos.

 

Os irmão se arrastaram como puderam e se deixaram cair ao chão perdidos em seus pensamentos (e lágrimas), as vozes voltavam, mas se não podiam lutar separados então lutariam como um só.

 

Foi trabalhoso mas com esforço eles limparam os escombros o suficiente para poderem trabalhar.

 

Derreteram metal e seus corpos (o que restava de útil) eles uniram com metais diferentes derretidos, vidro e vergalhões, tomaram o atiçador e o revestiram de prata, encontraram sal e misturaram ele com limalhas de ferro, seus corpos agora unidos como um único ser deformado e com uma cabeça tipo cabeçorra, eles caminhavam com dificuldade, três pés e um pote faziam seus sustento.

 

Um braço segurava o atiçador do lado direito, outro estava fundido a uma lamina no esquerdo, o terceiro a esquerda estava para trás do corpo para alcançar o sal misturado com ferro e laminas improvisadas que estavam nas costas, o quarto estava por segurar uma tocha.

 

Eles brandindo de fúria e dor, destruíram e botaram fogo em tudo a sua volta.

 

"Venham logo"

"Papai estamos esperando, tá frio aqui"

"Sua luta é tola"

"Venha querido me deixe cuidar de você estou aqui no labirinto"

"Tio estou com medo vem me ajudar é escuro aqui"

 

Eles gritavam de fúria e dor, uma dor não apenas em seus corpos mas em suas mentes.

Assim Igorel começava sua nova existência como um ser, uma "colagem" de corpos, mencionei que ele usa pedaços dos corpos que destroça para fazer a manutenção de seu corpo (seja de qualquer espécie que for) que está sempre dolorido e tostado.

 

"Quando as ilhas estiverem em chamas a gritar, talvez, só talvez enfim possamos descansar" - Igorel.

 

Passiva e habilidades:

 

Passiva : Dor e fúria latente. Regeneração de vida adicional é convertida em velocidade de ataque. Ataques básicos e habilidades aumentam a fúria de Igorel, em 100% de fúria a barra é consumida para deixar Igorel invulnerável por 1 segundo ganhando velocidade de movimento e de ataque adicional, 60 segundos de recarga.

 

Q: Ferro em brasa: O próximo ataque básico de Igorel ganha dano adicional e incendeia o alvo.

W: O que tenho aqui atráz?: Igorel atira sal e ferro junto de cacos e laminas em área de cone a sua frente, oponentes atingidos sofrem dano e tem redução da armadura e resistência mágica por um 1,5 segundos. O ataque atravessa unidades não campeões.

E: Vem aqui: Igorel salta em um alvo fincando suas laminas/ferros no alvo, além de dano causa lentidão e sangramento.

R: Dor da perda e fúria: Igorel fica imparável e ganha roubo de vida, ganha velocidade de movimento adicional em direção a campeões que estejam em chamas ou sangrando e seus próximos quatro ataques básicos aplicam sangramento e incendiar (não ao mesmo tempo) nos alvos. Passivamente enquanto não estiver em tempo de recarga, abater tropas, monstros e campeões cura uma porcentagem de vida perdida de Igorel (porcentagem diferente dependendo do que ele abateu).

 

CTRL + 1 : Não temos tempo para isso.

CTRL + 2 : Sabíamos fazer isso, mas não conseguimos lembrar direito.

CTRL + 3 : É difícil quando se tem dois pés esquerdos.

CTRL + 4 : Faz tempo que não fazemos isso, nos faz lembrar dos pequenos.

Ao mostrar maestria: Você realmente precisava?

 

Recal: Isso nunca termina, talvez devêssemos queimar tudo logo.

Também recomendo que leiam: Escrevendo em cinzas - Aquele que purifica as ilhas

 

"Alguma vez você já escutou o chamado?"